O Silmarillion

Booa tarde, pessoas!!

Hoje vim trazer para vocês a resenha do livro “O Silmarillion” do escritor J.R.R. Tolkien, traduzido por Wáldea Barcellos e publicado pela editora Martins Fontes.

Essa resenha faz parte do meu projeto de leitura, conheça aqui, dos livros do Tolkien do mundo do Senhor dos Anéis. Esse é o primeiro do #ProjetoTolkien2019 e já adianto que gostei muito e estou bem empolgada.

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Sinopse: “”O Silmarillion” é um relato dos Dias Antigos da Primeira Era do mundo criado por J.R.R. Tolkien. É a história longínqua para a qual os personagens de “O Senhor dos Anéis” e “O Hobbit” olham para trás, e em cujos eventos alguns deles, como Elrond e Galadriel, tomaram parte. Os contos de “O Silmarillion” se passam em uma época em que Morgoth, o Primeiro Senhor Sombrio, habitava a Terra-média, e os Altos-Elfos guerreavam contra ele pela recuperação das Silmarils, as joias que continham a pura luz de Valinor.
O livro começa com “O Ainulindalë”, o mito da criação do Universo, seguido pelo “Valaquenta”, onde estão descritas a natureza e os poderes de cada um dos deuses. O “Akallâbeth” narra o apogeu e a queda do reino da grande ilha de Númenor no final da Segunda Era e “Dos Anéis de Poder” fala dos grandes eventos no final da Terceira Era, como narrado em “O Senhor dos Anéis”.”

Como comentei quando criei esse projeto de leitura do Tolkien, sempre fui fissurada nos filmes do senhor dos anéis, devo ter assistido mais de vinte vezes cada. Pois é, haha. E sempre tive curiosidade para ler os livros, por motivos pessoais e de grana nunca tinha conseguido antes.

Quando um amigo meu me emprestou, e depois me deu, quase todos os livros necessários para ler sobre o Mundo do Senhor dos Anéis em ordem cronológica, não pensei duas vezes, criei esse projeto e mãos na massa. Haha

Comecei a leitura do livro O Silmarillion toda armada, porque tinha ouvido diversas pessoas dizendo que a leitura era super difícil que tinha muitos detalhes e tals. Particularmente não achei nada, nada difícil. Realmente a escrita de Tolkien é extremamente detalhista, mas nada que um papel e uma caneta do lado não resolva.

Achei a escrita tranquila, os capítulos envolventes, a história ritmada, cativante e constante. Achei uma leitura muito gostosa e as histórias são fascinantes. Digo as histórias porque O Silmarillion é um livro com diversos relatos, lendas e contos, dos Dias Antigos e da Primeira Era do mundo, desde a criação até o desfecho e grandes eventos do final da Terceira Era.

É um livro extremamente completo e que tem capítulos que são histórias fechadas, apesar de tudo ser interligado.

O livro é dividido em quatro partes, vou passar por cada uma sem dar spoilers – caso escape algum vou sinalizar.

Começamos o livro com a parte denominada Ainulindalë que significa música dos Airu, essa parte é completa contando como foi a criação a partir da visão dos Airu. Os próximos parágrafos eu não considero spoiler, mas quem considera, pular para o parágrafo da segunda parte.

O que são os Airu? Claramente inspirado na Bíblia Cristã, Tolkien cria o personagem Eru Ilúvatar, que podemos associar ao Deus cristão. E ele cria os Airu, que podemos associar como os anjos, os Airu são encarregados das canções e para fazer companhia para o Eru Ilúvatar, mas eles não sabiam que com essas canções acabam criando projetos de ‘coisas’, cada um tinha seu ritmo e estilo de música diferente. Então Eru pediu que cantassem em um só ritmo harmônico.

Entre os Airu existe o invejoso, que podemos associar ao Lúcifer, que aqui é chamado de Melkor. Ele surge cantando com os outros, mas começa a se tornar prepotente, invejoso, querendo ser o melhor e o destaque; e com isso começa a poluir a pureza das canções dos Airu, alterando o ritmo e quebrando a harmonia.

(…)aqueles que defendem a autoridade contra a rebelião não devem eles próprios se rebelar. pág.71

Eru Ilúvatar então toma partido, encerra todas as canções e diz que só o que ele determinar que irá prosseguir. E revela aos Airu o mundo que eles criaram pelas suas músicas, onde antes existia apenas o vazio agora existia Arda. (Que seria a terra)

Ilúvatar explica o que é a Arda e quem viverá nela, suas criações os Primogênitos (Elfos) e os Sucessores (homens). Os Airu ficam encantados pela beleza da criação e alguns pedem para ir morar em Arda, Eru permite desde que seus poderes se tornem limitados.

Assim 15 Airu descem para Arda, passando a serem chamados de Valar, os Poderosos do Mundo; contudo quando eles pisam em Arda, descobrem que as criações de Eru ainda não existem e que apenas no tempo dele existiram, então eles começam a moldar o mundo que no futuro receberá os elfos e os homens.

Enquanto 14 Valar criavam coisas boas, o décimo quinto Melkor cria coisas ruins, porque ele tem como objetivo dominar toda a Arda. Todos os Valar poderiam tomar formas distintas e eles escolheram as formas mais esplendorosas. Melkor, devido sua maldade, ao invés de uma forma bela, assumiu uma forma horrível.

E essa parte terminar depois de contar sobre a primeira guerra que os Valar travaram contra Melkor.

A segunda parte chamada de Valaquenta, é a história do mundo pela visão dos Valar.

Conta quase toda a história de Ainulindalë, com algumas modificações e adiciona tudo sobre os Valar de Arda. Desde nomes, o que fazem, o que criaram, se formam pares ou não e conta sobre os Valar que vieram apenas para servir os outros Valar, que começam a ser conhecidos como Maiar.

Vou apenas passar sobre cada um dos Valar e Maiar, os do sexo masculino eram chamados de Valar e Maiar e do sexo feminino eram conhecidas como Valier e Maia.

O principal e que virou o Rei dos Valar era Manwë, o Senhor do Vento (Irmão de Melkor). Ele era casado com Varda, Senhora das Estrelas. Depois tinha Ulmö, Senhor das águas, não era casado com ninguém; Aulë, aquele que governa todas as substâncias de Arda, casado com Yavanna, Provedora de Frutos; Oromë, Senhor das Florestas, casado com Vána, a sempre jovem e irmã de Yavanna; Mandos, Senhor dos Espíritos – Guardião da Casa dos Mortos e Oráculo dos Valar – Só obedecia a Manwë, casado com Vairë, a Tecelã; O irmão de Mandos, Lórien, o Senhor dos Espíritos também – O Senhor das Visões e dos Sonhos, era casado com Estë, a Suave e curadora; Tulkas, o Valente, casado com Nessa, a veloz e irmã de Oromë; Nienna, a irmã de Mandos e de Lórien, a Valar do lamento, compaixão e esperança, não era casada.

O nome de Melkor, o Sinistro Inimigo do mundo, foi banido e proibido, e ele adotou o nome de Morgoth.

Contudo, quem semeia mentiras no final não deixará de ter sua colheita. pág.74

Dos Maiar: Ilmarë, a criada de Varda; Eönwë, arauto e porta-estandarte de Manwë; Ossë, vassalo de Ulmö, tinha prazer na violência e era casado com Uinen, a Senhora dos Mares; Melian, foi serva de Vána e Estë; Olórin, o sábio entre os Maiar, vivia com Lórien, mas ia a casa de Nienna, pela compaixão e paciência.

E tinha o Maiar Sauron, o  Cruel – servo de Morgoth. Morgoth tinha outro aliados que ele criou, como os Valaraukar ou Barogs – Flagelos do fogo/Demônios do Terror.

A terceira parte e a maior é chamada de Quenta Silmarillion, que conta a história das Silmarils – as joias que continham a pura luz de Valinor. Nos primeiros Stories que fiz eu falei errado dizendo que os anéis de poder tinham sido criados a partir das silmarils, doidera e não tem nada a ver ok?

Essa parte já inicia com os Valar em Arda, conta seus grandes feitos, como eles começaram a moldar o mundo. Conta que a primeira morada dos Valar foi na Ilha de Almaren, o Grande Lago na Terra-Média. Contudo quando Tulkas dormia, Morgoth veio e destruiu tudo e assim foi encerrada a primeira Primavera de Arda.

Então os Valar se mudaram para Aman ou Valinor, o lugar ficou conhecido como o Reino Abençoado e com isso, Morgoth dominou a Terra-Média.

Para não permitir novo ataque de Morgoth, os Valar criaram o Muro de Pelóri.

Nesse tempo, pensando nos primogênitos, Aulë criou os anões para ensinar, contudo como estava fora da vontade de Eru, Ilúvatar mandou eliminar eles, eles tiveram uma discussão e quando Aulë ofereceu mata-los esmagados com um martelo, os anões se encolheram – por isso são pequenos. Porém Eru permitiu a existência deles, desde que eles ficassem adormecidos até o nascimento dos primogênitos de Ilúvatar, os elfos. Foi então que os anões caíram em sono profundo e só voltaram a acordar após o nascimento dos elfos.

É que da bem-aventurança e da alegria na vida há pouco a ser dito enquanto duram; assim como as obras belas e maravilhosas, enquanto perduram para que os olhos as contemple, são registros de si mesmas; e somente quando correm perigo ou são destruídas é que se transformam em poesia. Pág.110

Então veio a criação dos primogênitos, os elfos nasceram na escuridão da Terra-Média. Em um dia de caçada, Oromë os encontro e contou a Manwë, que determinou o retorno dos Valar para a Terra-Média para ajudar os elfos a irem a Valinor.

A partir desse ponto é que os elfos foram tendo diversas denominações diferentes, porque tinham os elfos que eram bons em trabalhos manuais, tinham os que eram bons em canções, tinham os outros que se afeiçoaram com o mar.

A principal divisão é: os elfos noldor – os mais habilidosos, que aprenderam com Aulë a criar pedras preciosas, foi um deles que criou as silmarils. Os elfos vanyar – os mais amados por Manwë, que lhes deu a música e a poesia. E os teleri, os melhores cantores.

Os elfos eram imortais, só morreriam por assassinato ou por desgosto. Já os homens eram mortais, tinham um tempo curto de vida que era um presente como dom de liberdade – o conceito foi deturpado por Morgoth depois.

Morgoth ficou com muita inveja dos elfos e criou os orcs e logo depois estourou a Guerra dos Poderes. Guerra entre os Valar e Morgoth, Morgoth foi preso por Tulkas e condenado a cumprir uma pena de três eras nas prisões de Mandos. (Sauron fugiu)

Depois dessa guerra, os Valar chamaram os elfos para Valinor. Uns foram outros não e daí houve nova repartição de denominações entre os elfos. Primeiro foram divididos entre os Calaquenti – elfos de luz viram a luz de Valinor e os Moriquendi – elfos-das-trevas pois não contemplaram a luz de Valinor antes do Sol e da Lua surgirem. Entre esses uma nova denominação surgiu: os Eldar – Aqueles que aceitaram a proposta de Oromë e foram para Valinor e os Avari, os Relutantes – que ficaram na Terra-Média.

Dos elfos os que se destacaram e viraram reis foram: Ingwë, o vanyar – Foi Rei dos Elfos em Valinor e era amado por Manwë; Finwë, o noldor – Rei em Valinor, amado por Aulë, dele que saiu aquele que faria as silmarils; e Elwë, o teleri, contudo que não alcançou Valinor por se apaixonar pela Maia Melian – ficaram na Terra-Média e Elwë passou a ser chamado de Thingol, o Rei Manto-Cinzento, governava os elfos-cinzentos.

Tem diversos detalhes sobre os elfos que foram e que ficaram que não vou entrar porque seria muito spoiler, mas as silmarils foram criadas pelo filho de Finwë, Fëanor, inspirado nas luzes eternas de Valinor.

Depois da criação das silmarils, todos que a olhavam a cobiçavam. E não foi diferente com Morgoth. Após as três eras, Morgoth foi julgado e inocentado, recebeu uma proibição de retornar a Terra-Média e começou a habitar em Valinor.

Para mim esse foi o primeiro erro de Manwë, Morgoth começou a espalhar mentiras escondido e influenciar alguns elfos e todos os que o ouviam começavam a brigar. E assim, Fëanor caiu nas mentiras de Morgoth, começou a criar protestos e ele acabou sendo exilado para uma parte distante dentro de Valinor.

(…)para aquele que é impiedoso, os atos de compaixão são sempre estranhos e estão fora do alcance de sua compreensão. pág.319

O que só cresceu sua ira contra os Valar. Morgoth não tinha desistido das silmarils e continuou a espalhar maldade, até que teve a chance de fugir de Valinor e retornar a Terra-Média. Lá ele conseguiu um forte aliado, Ungoliant – Um monstro que o próprio tinha corrompido nos primeiros tempos que estava mais forte e tinha uma Antiluz, que trazia as sombras e ficava invisível. Com esse aliado ele retornou a Valinor.

Morgoth conseguiu devastar grande parte de Valinor e roubar as silmarils. O que fez com que crescesse o ódio que Fëanor tinha pelos Valar.

A partir daí essa terceira parte conta sobre diversas rebeliões, que não posso passar por ser spoiler, guerras, mortes, corrupção, tudo por causa das silmarils. Conta a história de como e porque os noldor foram amaldiçoados por Mandos e as suas consequências.

Conta sobre a criação do sol e da lua, o surgimento do Cinturão de Melian em volta do reino de Thingol, conta sobre o início da segunda primavera de Arda e o surgimento dos Sucessores, os homens.

Conta sobre a criação de Gondolin, aliança criadas e quebradas entre elfos e anões, homens e elfos, homens e anões. Conta sobre Maeglin, o filho de Aredhel, a Dama Branca dos Noldor com Eöl, o elfo-escuro e teleri.

Conta sobre o homem, Bëor, amigo do elfo Fëlagun; conta da ruína de Beleriand e a Queda de Fingolfin – Filho de Finwë. E conta a linda história de Beren e Lúthien – o próximo livro é sobre eles e já estou super empolgada, e a recuperação de uma silmaril. Conta sobre outras guerras contra Morgoth que fez os elfos pararem de confiar nos homens, tem a história dos filhos de Húrin, o que desencadeou a guerra dos anões contra os elfos e o desfecho sobre as Silmarils.

Com a Grande Batalha onde Morgoth foi preso eternamente, mas suas mentiras continuam a solta.

E chegamos na quarta e penúltima parte chamada Akallabêth que conta desde o surgimento até a queda de Númenor e conta o motivo de toda a reformulação do mundo de Arda por Eru Ilúvatar.

Não, não vou dar detalhes porque são MUITO spoilers, kkkk.

A quinta parte e última, chamada como Dos Anéis de Poder e da Terceira Era conta toda a história dos surgimento dos anéis de poder, é praticamente a história dos Senhor dos Anéis mais resumida.

E fim, kkkk.

Nossa, não se enganem pelo tamanho da minha resenha, não contei quase nada do que realmente acontece no livro. Dei só algumas palavras chave que indicam os eventos principais. É um livro excelente que eu recomendo a todos, é detalhista, mas é fácil de ler e a história te envolve do início ao fim.

Amei essa leitura e recomendo!

O próximo livro do nosso cronograma é Beren e Lúthien e já estou ansiosaa. O cronograma sai no dia primeiro lá no meu instagram.

E aí, vocês leram?
Estão acompanhando o projeto? O que estão achando?

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Beijos e abraços.
Paulinha Pêcego

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2 comentários em “O Silmarillion

  1. Resenha muito boa! Parabéns!

    Só algumas correções:

    – A palavra correta é AiNur, não Airu.

    – Os Maiar não são Valar que servem outros Valar. Os Valar são algo como seres angelicais ou semi-deuses da mesma ordem que os Maiar só que de grau elevado (algo como uma “casta” superior). Então isso é bem separado. Maiar são uma coisa e Valar outra (estes últimos só sendo em número de 15, como você falou).

    – As palavras Valar e Maiar se referem ao total e não somente ao masculino. Vala e Maia são o singular. Então se deve dizer 1 Vala, 2 ValaR… Da mesma forma, 1 Maia, 2 MaiaR… O singular/plural nas línguas que Tolkien criou não é igual ao português.

    – Quanto se fala das Valar mulheres aí sim tem nomes específicos: Valier (plural), Valië (singular). Maia/Maiar podem ser usados para masculino e feminino.

    – Melkor não adotou o nome Morgoth por vontade própria. Fëanor foi a pessoa que deu esse nome a ele e todos os outros passaram a chamá-lo assim.

    – As Pelóri não são um muro, mas sim uma cadeia de montanhas.

    – Os anões (agora chamado de anãos na nova tradução do Silmarillion) são pequenos porque desde o início Aulë os fez assim, e não porque eles encolheram de medo.

    – Melkor/Morgoth não corrompeu Ungoliant. Ela era ruim desde o início.

    – O segundo nome de Finrod é Felagund, não Fëlagun.

    – Os elfos deixaram de confiar em alguns homens, não em todos, pois existiam as 3 Casas dos Edain, Amigos-dos-Elfos.

    É super comum fazer algumas trocas de nomes e acontecimentos. O Silmarillion tem muita informação e absorvê-la leva tempo.

    Caso você não saiba, a editora HarperCollins Brasil é a nova detentora dos livros de Tolkien por aqui. Essa versão que você leu, da Martins Fontes, contém erros de tradução e omissões de passagens, algo que está sendo corrigido pela nova editora. O Silmarillion será relançado agora em março com capa dura e nova tradução. Comprei todos os livros lançados até agora pela HarperCollins e não tenho do que reclamar.

    Caso seja do seu interesse, recomendo um canal no youtube chamado Tolkien Talk. Totalmente dedicado aos livros de Tolkien. Aprendo muito com os vídeos de lá.

    Parabéns mais uma vez pelo texto. Estarei acompanhando as próximas resenhas!

    Curtido por 1 pessoa

    1. Nossa! Realmente a minha edição está bem diferente. Porque tudo o que você me corrigiu eu escrevi segundo o que informava o livro. Bom saber que a HarperCollins está relançando porque vou comprar e reler. Tem muitas coisas que você me corrigiu que eu só escrevi assim porque estava no livro da Martins Fontes.
      Como uma edição pode mudar a história!!
      De qualquer forma obrigada pelo conhecimento e já vou ficar de olho no editora da HarperCollins para acompanhar o lançamento do Silmarillion.

      Muito obrigada por ler a resenha e por me auxiliar nesses detalhes que fazem toda a diferença!
      E seja bem-vindo! ❤

      Curtir

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