O Espadachim de Carvão e as Pontes de Puzur

Boooa tarde, leitores!

No fim de janeiro, se não me engano dia 30/01/2019, eu finalizei a leitura do livro “O Espadachim de Carvão e as Pontes de Puzur” de Affonso Solano e publicado pela Editora LeYa.

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Sinopse: “”Ninguém viaja mais rápido que Puzur.” Lutando para se adaptar ao mundo dos mortais, Adapak se refugia no navio de Sirara, farto de lidar com os segredos do passado. Mas quando um antigo diário cai em suas mãos, o Espadachim de Carvão acaba por mergulhar nos registros de alguém responsável por influenciar não somente sua vida, mas a história de Kurgala – uma menina forçada a acompanhar a jornada de um ladrão desesperado, disposto a violar as regras mais antigas que os Quatro Que São Um deixaram para trás. Quem foi Puzur? O que procurava? Enquanto viaja pelas páginas do tempo, Adapak desconhece que sua curiosidade está prestes a colocá-lo sob a ameaça de algo que ele mesmo possa ter desencadeado.”

Olha, posso dizer que minhas expectativas foram frustradas sim, mas o livro não é ruim. Agora vou me explicar…

Eu estava ansiosa por essa leitura para saber o que iria acontecer com Adapak pós os acontecimentos finais do primeiro livro, só que o segundo não segue essa linha. O livro começa contando a história de Puzur.

Quem leu o livro um sabe quem é Puzur por alto, não vou detalhar sobre ele para não acabar dar spoiler, mas ele é descrito como Puzur Vendelel, o ushariani ladrão.

E o livro segue intercalando o antes e o depois como o primeiro, mas o antes é a visão e história de Puzur e o depois é a visão do Adapak pós acontecimentos do primeiro livro. Porém a parte do Adapak a meu ver foi muito arrastada e não revelou nada de nada, tiveram no mínimo uns dois ou três capítulos do Adapak que eu não vi necessidade de estar ali, não acrescentaram em nada sabe?

Agora, tirando essa frustração, a história de Puzur foi muito bem construída e é muito interessante.

“Pra que servem as cicatrizes senão para nos lembrar que o passado é real?” pág.32

Independente da história em si, a escrita é bem fluida e rápida de ler. Novamente, não sei se contei na resenha do primeiro livro – ver aqui;  fiquei incomodada com a ‘escrita dramática’, como apelidei certas partes.

Foi uma coisa que achei que serviu para encher a página e que era desnecessário, e como é essa tal escrita? Escreve um parágrafo, pula uma linha para escrever por exemplo apenas as palavras ‘e teve medo’, daí pula outra linha e continua o parágrafo, entende?

É coisa boba, mas me incomodou.

Fora isso como disse a história foi muito bem construída e mais uma salva de palmas para essa mente criativa maravilhosa de Solano por criar esse universo enorme e maravilhoso – com direito a mapa e tudo.

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Passando de leve pela história, começando pelo Antes:

Conta a história de Puzur e como ele chegou a conhecer Laudiara – não vou falar quem é ela, mas ela vai ser uma personagem importante mais pra frente. Conta sua jornada para chegar até a feiticeira filha de Asara e seu desfecho.

“Monstros são medos ainda sem nome” pág.99

Pode parecer bobo e simples a história, mas é uma teia de coisas e envolvimentos fascinantes e muita emoção mesmo. Eu gostei muito!

E no Depois, que foi minha decepção:

Conta como Adapak está com seu par Sirara, depois ela mostra a ele uma biblioteca – porque ele está entediado por um motivo que não vi bem sentido, mas tudo bem; E algo muito sinistro e a parte boa da história acontece nessa biblioteca.

“Venenoso é o sangue de um coração traído” pág.107

Bem esses foram meus pareceres. O livro é bom e recomendo para quem já leu e gostou do primeiro, mas já aviso, não espere um desfecho do primeiro livro, vai com a mente aberta!

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Beijos e abraços.
Paulinha Pêcego

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