TAG Arco-íris

Olá pessoas!

Hoje vim trazer um post diferente para vocês, estava procurando por uma TAG para responder e achei essa #tagarcoiris e achei linda! Eu peguei no insta: @livroseseusuniversos , eu escolhi as lombadas da cor selecionada, a capa propriamente dita não tem a ver e tive sérias dificuldades de achar uma lombada/livro anil, então relevem, por favor haha.

TAG: Arco-íris Literário

Cor vermelha: Alucinadamente Feliz

IMG_20181220_124242324Sinopse: “Jenny Lawson está longe de ser uma pessoa comum. Ela mesma se considera colecionadora de transtornos mentais, já que é uma depressiva altamente funcional com transtorno de ansiedade grave, depressão clínica moderada, distúrbio de automutilação brando, transtorno de personalidade esquiva e um ocasional transtorno de despersonalização, além de tricotilomania (que é a compulsão de arrancar os cabelos). Por essa perspectiva, sua vida pode parecer um fardo insustentável. Mas não é. Após receber a notícia da morte prematura de mais um amigo, Jenny decide não se deixar levar pela depressão e revidar com intensidade, lutando para ser alucinadamente feliz. Mesmo ciente de que às vezes pode acabar uma semana inteira sem energia para levantar da cama, ela resolve que criará para si o maior número possível de experiências hilárias e ridículas a fim de encontrar o caminho de volta à sanidade.
É por meio das situações mais inusitadas que a autora consegue encarar seus transtornos de forma direta e franca, levando o leitor a refletir sobre como a sociedade lida com os distúrbios mentais e aqueles que sofrem deles, sem nunca perder o senso de humor. Jenny parte do princípio de que ninguém deveria ter vergonha de assumir uma crise de ansiedade, ninguém deveria menosprezar o sofrimento alheio por ele ser psicológico, e não físico. Ao contrário, é justamente por abraçar esse lado mais sombrio da vida que se torna possível experimentar, com igual intensidade, não só a dor, mas a alegria.”
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Cor laranja: Laranja Mecânica

IMG_20181220_124324232Sinopse: “Narrada pelo protagonista, o adolescente Alex, esta brilhante e perturbadora história cria uma sociedade futurista em que a violência atinge proporções gigantescas e provoca uma reposta igualmente agressiva de um governo totalitário. A estranha linguagem utilizada por Alex – soberbamente engendrada pelo autor – empresta uma dimensão quase lírica ao texto. Ao lado de “1984”, de George Orwell, e “Admirável Mundo Novo”, de Aldous Huxley, “Laranja Mecânica” é um dos ícones literários da alienação pós-industrial que caracterizou o século XX. Adaptado com maestria para o cinema em 1972 por Stanley Kubrick, é uma obra marcante: depois da sua leitura, você jamais será o mesmo. Agora em nova tradução brasileira”
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Cor amarelo: A Revolução dos Bichos

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Sinopse: “Verdadeiro clássico moderno, concebido por um dos mais influentes escritores do século XX, A revolução dos bichos é uma fábula sobre o poder. Narra a insurreição dos animais de uma granja contra seus donos. Progressivamente, porém, a revolução degenera numa tirania ainda mais opressiva que a dos humanos.
Escrita em plena Segunda Guerra Mundial e publicada em 1945 depois de ter sido rejeitada por várias editoras, essa pequena narrativa causou desconforto ao satirizar ferozmente a ditadura stalinista numa época em que os soviéticos ainda eram aliados do Ocidente na luta contra o eixo nazifascista. De fato, são claras as referências: o despótico Napoleão seria Stálin, o banido Bola-de-Neve seria Trotsky, e os eventos políticos – expurgos, instituição de um estado policial, deturpação tendenciosa da História – mimetizam os que estavam em curso na União Soviética. Com o acirramento da Guerra Fria, as mesmas razões que causaram constrangimento na época de sua publicação levaram A revolução dos bichos a ser amplamente usada pelo Ocidente nas décadas seguintes como arma ideológica contra o comunismo.
O próprio Orwell, adepto do socialismo e inimigo de qualquer forma de manipulação política, sentiu-se incomodado com a utilização de sua fábula como panfleto. Depois das profundas transformações políticas que mudaram a fisionomia do planeta nas últimas décadas, a pequena obra-prima de Orwell pode ser vista sem o viés ideológico reducionista. Mais de sessenta anos depois de escrita, ela mantém o viço e o brilho de uma alegoria perene sobre as fraquezas humanas que levam à corrosão dos grandes projetos de revolução política. É irônico que o escritor, para fazer esse retrato cruel da humanidade, tenha recorrido aos animais como personagens. De certo modo, a inteligência política que humaniza seus bichos é a mesma que animaliza os homens. Escrito com perfeito domínio da narrativa, atenção às minúcias e extraordinária capacidade de criação de personagens e situações, A revolução dos bichos combina de maneira feliz duas ricas tradições literárias: a das fábulas morais, que remontam a Esopo, e a da sátira política, que teve talvez em Jonathan Swift seu representante máximo.”
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Cor verde: Aniquilação

IMG_20181220_124336079Sinopse: “O Livro que deu origem ao filme da Netflix. A Área X está isolada do restante do mundo há décadas, e a natureza tomou para si os últimos vestígios da presença humana. Uma primeira expedição de reconhecimento voltou de lá relatando uma terra intocada, um paraíso edênico; a segunda terminou em suicídio em massa; a terceira, em um tiroteio dentro do próprio grupo. Até que os membros da décima primeira expedição retornaram como meras sombras do que eram antes e, após algumas semanas, morreram de câncer. Em Aniquilação, primeiro volume da trilogia Comando Sul, o leitor se junta à décima segunda expedição.
O novo grupo é formado por quatro mulheres: uma antropóloga, uma topógrafa, uma psicóloga — líder da missão — e uma bióloga, a narradora do livro. Seus objetivos são mapear o terreno, identificar todas as mudanças ambientais, monitorar as relações entre elas próprias e, acima de tudo, não se contaminarem.
As mulheres atravessam a fronteira esperando o inesperado… e é exatamente isso o que encontram. Mas o que de fato vai definir os rumos da expedição não é o que está lá, e sim o que elas trazem consigo desde o outro lado da fronteira e os segredos que guardam umas das outras.”
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Cor azul: O Segredo do Vale da Lua

IMG_20181220_124348162Sinopse: “A jovem órfã Maria Merryweather chega ao Vale de Monacre, onde passará a morar no solar de um velho parente. Sobre aquele lugar paira a sombra da memória da Princesa da Lua e do misterioso cavalinho branco. Ao tentar decifrar sua história, Maria se vê envolvida numa intrincada rixa de família. E ela resolve devolver a paz e a alegria a todo o maravilhoso vale. Por este clássico da literatura juvenil inglesa, sua autora recebeu em 1946 a Carnegie Medal, até hoje um dos prêmios mais importantes conferidos a livros infanto-juvenis.”
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Cor anil: O Espadachim de Carvão e as Pontes de Puzur

IMG_20181220_124358940Sinopse: “‘Ninguém viaja mais rápido que Puzur.’ Lutando para se adaptar ao mundo dos mortais, Adapak se refugia no navio de Sirara, farto de lidar com os segredos do passado. Mas quando um antigo diário cai em suas mãos, o Espadachim de Carvão acaba por mergulhar nos registros de alguém responsável por influenciar não somente sua vida, mas a história de Kurgala – uma menina forçada a acompanhar a jornada de um ladrão desesperado, disposto a violar as regras mais antigas que os Quatro Que São Um deixaram para trás. Quem foi Puzur? O que procurava? Enquanto viaja pelas páginas do tempo, Adapak desconhece que sua curiosidade está prestes a colocá-lo sob a ameaça de algo que ele mesmo possa ter desencadeado.”
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Cor violeta: CHRONOS: Viajantes do Tempo

IMG_20181220_124410102Sinopse: “Conspirações, a chave para a eternidade e um assassino em série. Somos todos reféns do tempo. Na vida, tudo tem uma ordem certa para acontecer: os sapatos devem ser colocados depois das meias, a geléia deve ser passada no pão depois da manteiga — netos nascem depois dos avós. Kate Pierce-Keller nunca havia dado atenção a este último item, até sua avó surgir com revelações e um objeto que podem colocar sua existência em risco. Os eventos da premiada Trilogia Chronos se iniciam quando Kate descobre que sua avó é uma historiadora viajante do tempo — nascida alguns séculos à frente, mas presa ao presente por conta de um acidente — e possui um artefato, um medalhão azul reluzente, que permite realizar saltos temporais para qualquer época e local. Tudo parece um absurdo no início, mas uma leve interferência na linha temporal faz com que os pais de Kate sumam do mapa e ela seja a próxima da lista. Arriscando sua vida, ela aceita a missão de tentar voltar no tempo para evitar um homicídio que é a chave de tudo e colocar as coisas no seu devido lugar. Mas se ela for bem-sucedida, a interferência também terá um custo pessoal. Neste primeiro volume, o leitor é transportado para a Exposição Universal de 1893, em Chicago, quando a Roda Gigante foi apresentada pela primeira vez e o serial killer H. H. Holmes dirigia um hotel construído especialmente para receber os visitantes da feira (e sumir com seus corpos). Em meio a tantos fatos históricos e curiosos, Kate precisa agir pontualmente para não estragar nada, e ainda impedir a ascensão de um culto religioso bastante poderoso que ameaça afetar o universo como o conhecemos. A viagem no tempo sempre fascinou o ser humano e foi tema de obras que marcaram época como o clássico A Máquina do Tempo, de H. G. Wells, O Fim da Eternidade, de Isaac Asimov, o filme mais querido da década de oitenta, De Volta para o Futuro, e o cult que impressionou uma geração, Donnie Darko. Todo mundo já quis mudar alguma coisa do seu passado, mas é difícil calcular o impacto disso no presente. Além do mais, quem decide que essa mudança pode ser feita? Esses e outros dilemas são construídos e trabalhados de maneira afiada por Rysa Walker em seu romance de estreia, que chega ao Brasil pela DarkSide Books em uma edição especial que vai durar séculos — e deixaria até mesmo o Doctor Who curioso. Chronos: Viajantes do Tempo, o primeiro volume da Trilogia Chronos, foi ganhador do prêmio Amazon Breakthrough Novel Award em 2013 e, com isso, recebeu o sinal verde para ser impresso pela Skyscape Publishing, um selo editorial da Amazon. Com o reconhecimento da obra, Rysa Walker passou a se dedicar integralmente ao seu ofício de escritora e deu continuidade às viagens de Kate pelas décadas. Agora, a autora também integra a coleção DarkLove, a linha editorial da DarkSide Books que revela as vozes femininas mais surpreendentes do nosso — e de qualquer outro — tempo.”
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Amei fazer essa TAG!

Olha o tanto que ficou bonito:

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Espero que tenham gostado ❤

E aí, como vocês responderiam a cada um desses tópicos?
Comentem aí! Não se esqueçam de curtir e compartilhar!

UPDATE DA LEITURA:
Cartas de Um diabo a seu aprendiz –
C.S. Lewis;
TREZE – FML Pepper.

Até mais, me sigam nas redes!!

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Beijos e abraços.

Paulinha Pêcego

PS: Oi, você sabia que eu acabei de publicar meu primeiro livro? Não?? Bem, não deixa de conferir clicando na capa aí embaixo, tem no formato físico e no eBook.
E ainda tem no Kindle Unlimited!
Caso adquira e faça qualquer compartilhamento em suas redes sociais não deixa de me marcar, vou amar!
(Não se esqueça de avaliar na amazon após a leitura!)

 

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