O Jardim das Borboletas

Olá, olá, olááá!

Finalizei em 24/10/2018 o livro “O Jardim das Borboletas” da escritora Dot Hutchison, traduzido por Débora Isidoro e Carolina Cares Coelho e foi publicado pela Editora Planeta dos Livros.

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Sinopse: “Quando a beleza das borboletas encontra os horrores de uma mente doentia. Um thriller arrebatador, fenômeno no mundo inteiro. Perto de uma mansão isolada, existia um maravilhoso jardim. Nele, cresciam flores exuberantes, árvores frondosas… e uma coleção de preciosas ‘borboletas’: jovens mulheres, sequestradas e mantidas em cativeiro por um homem brutal e obsessivo, conhecido apenas como Jardineiro. Cada uma delas passa a ser identificada pelo nome de uma espécie de borboleta, tendo, então, a pele marcada com um complexo desenho correspondente. Quando o jardim é finalmente descoberto, uma das sobreviventes é levada às autoridades, a fim de prestar seu depoimento. A tarefa de juntar as peças desse complexo quebra-cabeça cabe aos agentes do FBI Victor Hanoverian e Brandon Eddinson, nesse que se tornará o mais chocante e perturbador caso de suas vidas. Mas Maya, a enigmática garota responsável por contar essa história, não parece disposta a esclarecer todos os sórdidos detalhes de sua experiência. Em meio a velhos ressentimentos, novos traumas e o terrível relato sobre um homem obcecado pela beleza, os agentes ficam com a sensação de que ela esconde algum grande segredo.”.

“- […] Sem justiça, não temos ordem nem esperança.”
(pg.154)

Que livro.

“- Nós somos o FBI. Normalmente, as pessoas acham que somos bonzinhos.
– E por acaso Hitler se achava um homem mau?”
(pg.20)

Quando eu terminei de lê-lo de madrugada, fiquei uns quinze minutos parada olhando para a capa do livro. E quando escrevi, no skoob, algo sobre, a primeira frase foi: Ainda estou digerindo.
E mesmo hoje, quase duas semanas depois, ainda não tenho uma palavra para definir.

“Ela não conseguia nos ofender, porque as palavras têm que ter significado para ferir”
(pg.75)

Acho que: Perfeito, como descreve o Skoob quando dou cinco estrelas, é uma palavra forte para uma história tão triste e tensa como essa. Não há nada de perfeito na história em si.

A escritora Dot tem um dom para escrever, porque a leitura é muito boa, a trama é muito bem construída, impecável, sem furos, sem premeditações. Não consegui adivinhar o que viria a seguir e o que veio não decepcionou em nada. Os capítulos são intercalados entre a visão de Maya (Uma ex-borboleta) e o agente do FBI Victor Hanoverian. Isso deixa a trama muito interessante, te deixa com vontade de saber mais, toda hora, sem contar que dá uma pausa nas partes mais difíceis de ler. Sim, tem partes difíceis de ler.

“- Algumas pessoas desabam e nunca mais levantam. Outras recolhem os próprios cacos e os colam com as partes afiadas viradas para fora.”
(pg.85)

A história é densa, pesada e tem gatilhos.

Quando você lê essa sinopse já começa o livro com uma armadura contra o que pode vir, quando você começa a ler e vê que “tudo foi resolvido”, elas foram resgatadas e o FBI está querendo colher provas contra o tal do Jardineiro, suas defesas vão se afrouxando. Porque você pensa: ufa, elas conseguiram. Mas quando Maya começa a falar como era estar lá, pelo que ela passou, pelo que as outras passaram e tudo que aconteceu, você nem vê quando é atingido.
Diversas vezes meu esposo virava e me dizia: “Não sei porque você lê esse tipo de livro”. E realmente por um tempo eu fiquei matutando nesse pensamento e a resposta é que eu tenho um interesse sombrio em ler essas coisas para ter a visão tanto da vítima quanto do agressor. Tentar entender o que leva alguém a fazer o que faz me fascina, mesmo sendo perturbador na maioria das vezes.

“Às vezes a ilusão de liberdade, de escolha, era mais dolorosa que a de estar presa.”
(pg.131)

Não vou por partes com spoilers porque acho que cada descoberta do horror é essencial para a trama, mas reforço que leiam apenas quem tem estômago. Porque tem violência, tem estupro, tem tortura, tem pessoas em cativeiro, tem morte… Uma trama muito bem construída que dou graças a Deus de não ser baseado em fatos reais (Até onde sabemos).

“- Aqueles que querem muito acreditar em alguma coisa, geralmente conseguem.”
(pg.146)

Finalizando com esse clima sinistro, haha, mas é isso.
Aqui está o último quote para finalizar:

“-[…]Não se pode salvar quem não quer ser salvo.”
(pg.295)

E aí já leram este livro?
Se sim o que acharam?
Comentem aí!

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UPDATE DA LEITURA:
Hobbie: Essencial Clássicos Infantis II – Irmãos Grimm;
IT: a coisa – Stephen King.

Até mais, me sigam nas redes!!

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Beijos e abraços.
Paulinha Pêcego

PS: Oi, você sabia que eu acabei de publicar meu primeiro livro? Não?? Bem, não deixa de conferir clicando na capa aí embaixo, tem no formato físico e no eBook.
E ainda tem no Kindle Unlimited!
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Um comentário em “O Jardim das Borboletas

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