A Desconstrução de Mara Dyer

Boa tarde, pessoas do meu ❤ !

Hoje vim trazer para vocês a resenha de A Desconstrução de Mara Dyer que terminei de ler dia 08/09/2018, esse livro é da escritora Michelle Hodkin, foi traduzido por Mariana Kohnert e publicado pela Editora Galera Record.

mara2Sinopse: “Mara Dyer não sabe se é louca ou apenas assombrada. Tudo o que sabe é que tudo à sua volta morre. Basta ela querer… Mara Dyer acha impossível algo pior do que acordar em um hospital, sem memória. Ela acredita ter sido uma fatalidade o acidente que matou seus amigos e do qual ela escapou sem sequelas… físicas. E, depois de tudo o que aconteceu, ela acredita que seria impossível se apaixonar. Mara Dyer está errada…”

Para quem me segue no instagram já sabe que dei no Skoob e no GoodReads duas estrelas e meio, bem agora vou me explicar porquê.
E bem, vai ter spoilers, antes dos parágrafos com spoilers eu deixo bem avisado.

A escrita de Michelle é bem fluida, realmente ela sabe escrever em primeira pessoa sobre uma adolescente porque se encaixa muito bem. A história em geral é interessante, mas não consegui ser cativada.
Primeiro, não gostei da protagonista, Mara, achei ela muito dramática e chata. Sem contar que gosta de reclamar como se a vida dela fosse o horror sendo que todos fazem tudo por ela.

[Com possíveis Spoilers] Até aí tudo bem, quantos livros não li com protagonistas chatos? Muitos, esse não é o motivo do gosto desgosto. Começa o primeiro capítulo interessante, um tipo de prólogo te deixa bem “com a pulga atrás da orelha” e quando sabemos do acidente, pronto. Tudo parece que faz sentido, a história começa a nos introduzir um quê sobrenatural e tudo bem. Daí continuamos lendo e percebemos que Mara teve um transtorno pós-traumático bem feio por causa do acidente – Um prédio desabou na cabeça dela, de Rachel sua melhor amiga, de Jude seu atual namorado e da irmã dele – todos morrem menos ela. Até porque ela não se lembra de nada.
[Com spoilers] Daí começa o primeiro erro, aceitável, o psicólogo pede para os pais internarem ela em um hospital psiquiátrico porque o trauma dela está bem acentuado e, por pedido da Mara, eles simplesmente se mudam de cidade. Achei um erro enorme porque o médico sabe o que diz e além de você não seguir um conselho clínico ainda mima a filha com o problema. Enfim, escolhas. Aí já perdi uma pá de paciência com a Mara porque ela fica implicando e sendo grosseira com a mãe, a mãe que quase perdeu a filha, que está preocupada e que largou tudo por causa dela. OK!
[Com spoiler] Começa suas aulas na escola nova, primeira coisa que me incomodou aí, do nada o Jaime vira melhor amigo dela, olha ela entrou no meio do semestre e ele tão descolado não fez amizade com ninguém? Tá. Segundo problema, no primeiro dia ela já cria ‘rixa’ com ‘a menina descolada que é má com os outros’ – meus olhos revirando aqui. E já prende a atenção de um rapaz que é o cara descolado que não tá nem ai pra nada, mas que já pegou todas e todas morrem de amores. Tão clichê que me deu dores no estômago e outra percebi que não tenho mais idade para ler livros focados em problemas amorosos adolescentes. Não dá. (Um ponto: não tenho problemas com clichês, desde que sejam bem elaborados, aqui não achei bem elaborado.)
[Com spoiler] Engoli isso tudo que estava me incomodando e segui a leitura, mas aí tudo desabou, a meu ver, porque aí já deram insinuações que ela tinha poderes de ou matar todo mundo ou de prever mortes, o jeito dramático que ela liga é bem chatinho porque fica dizendo que é louca mas ir no médico não quer também. Noah, o tal menino popular que tá vidrado nela, gruda mais que chiclete tendo umas atitudes que se fosse eu já tinha mandado ir tomar onde o sol não bate, rsrs. O Jaime vive criticando o Noah sem explicar e a Mara não pede explicações, mas ao mesmo tempo age como se tentasse e não tentasse evitar Noah. Um saquinho no meu ponto de vista.
[Com spoiler] O que pra mim foi a gota d’água foi ela realmente descobrir que tem poderes de matar tudo o que quer e do nada Noah se revela com poder de prever futuras mortes e de cura e, bem, ela tem o fator cura também. E no fim de tudo, ela dramática do jeito que é, acha que é uma criminosa e vai para a delegacia se entregar e descobre que Jude está vivo. E meio que estava perseguindo ela, e aí, se isso não foi forçar uma continuação, eu não sei o que é.

Comecei esse livro cheio de entusiasmo porque não foi uma amiga minha, mas duas que disseram que gostaram, mas acabei tão chateada com esses pontos. Tão angustiada foi o termino da minha leitura, que cheguei a ficar triste. Não pretendo continuar a leitura dos outros, mas quem sabe.
E outra, não é porque não funcionou para mim que não vai funcionar para você. Até porque tá aí o exemplo de duas pessoas gostaram.

Meu conselho? Se a capa e a sinopse te agradaram vai ler, pode ser o seu estilo de leitura! Se tiver interesse, é só clicar aqui para adquirir: https://amzn.to/2CVVa3N
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E aí, vocês já leram este livro?
Se sim o que acharam?
Comentem aí! Não se esqueçam de curtir e compartilhar!

UPDATE DA LEITURA:
Hobbie: O Espadachim de Carvão – Affonso Solano [pg.65];
Corte de Névoa e Fúria – Sarah J. Maas [11%];
A Fúria do Alfa – Sumihara Martinez [5%].

Até mais, me sigam nas redes!!
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Beijos e abraços.
Paulinha Pêcego

 

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4 comentários em “A Desconstrução de Mara Dyer

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